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  • Parmalat Brasil fará oferta para fechar capital

    21/12/2009 A Lácteos do Brasil, controladora direta da Parmalat, informou nesta segunda-feira que fará uma oferta pública de aquisição da totalidade das ações da companhia para fechar seu capital. Segundo comunicado enviado ao mercado, a empresa teve seu pedido de aquisição de ações aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Será publicado nos próximos dias comunicado aos acionistas informando as condições e termos em que se realizará a referida oferta", informa a Parmalat. Na semana anterior ao anúncio desta segunda-feira, as ações da Parmalat, que está em recuperação judicial, subiram mais de 60%, encerrando a sexta-feira passada a R$ 7,75
  • Estatais federais têm investimento recorde no ano até outubro

    19/12/2009 As estatais vinculadas ao governo federal vão fechar o ano com uma execução recorde de investimentos, informou nesta sexta-feira o Ministério do Planejamento. Segundo números do início de dezembro, referentes ao período de janeiro a outubro, tinham sido investidos R$ 53,6 bilhões dos R$ 79,9 bilhões programados para 2009. Segundo o órgão, o governo federal tem atualmente 68 empresas nos setores produtivo e financeiro. A execução é a maior para o período considerado desde que o Brasil passou a ter moeda estável, em 1994. "O que comprova que o setor estatal está mais robusto do que nunca e se consolidou como um dos principais sustentáculos da economia, colaborando firmemente para que o País saísse mais rapidamente da crise financeira mundial", informou o ministério em nota.
  • Aço: chineses viajam ao Brasil para estreitar laços com Vale

    14/12/2009 A indústria do aço da China enviou uma delegação de alto nível ao Brasil para obter o apoio do País à campanha para impedir uma aliança entre BHP Billinton e Rio Tinto na Austrália, informa o jornal australiano Financial Review. Segundo a publicação, representantes da Indústria e Associação do Aço da China viajaram ao Brasil na semana passada para estreitar laços com a Vale, a número um mundial da produção de ferro. "Compartilham a preocupação com a concorrência entre Austrália e Brasil", afirmou uma fonte chinesa ao Financial Review. "Para a Vale, o mercado agora é a China, em conequência do que aconteceu na Europa", completou a mesma fonte, em uma referência à crise financeira mundial. "Se opõem à cooperação entre Rio e BHP porque se os australianos crescerem, monopolizarão o mercado", disse. BHP e Rio, os dois maiores consórcios de mineração do mundo, assinaram um acordo para coordenar as amplas operações no setor de minério de ferro no oeste da Austrália. A meta é obter uma economia de US$ 10 bilhões. O jornal australiano destaca que o governo da China e a Vale pensam em levar adiante uma ação conjunta para tentar influenciar a comissão europeia que regulamenta a concorrência no setor, e que ainda precisa aprovar a aliança entre Rio e BHP. O Financial Review informa que Rio e BHP começarão a negociar os preços do minério de ferro para 2010 com a China, depois do fracasso das negociações neste ano. As relações entre a Rio Tinto e o governo da China ficaram abaladas depois da prisão em julho de três funcionários da empresa em território chinês, incluindo um com passaporte australiano, por suposta espionagem.
  • Renault anuncia investimento de R$ 1 bi e novo carro em 2011

    11/12/2009 A Renault informou nesta quinta-feira que irá investir R$ 1 bilhão no Brasil nos próximos três anos e que pretende lançar em 2011 um utilitário no País. "Passamos os últimos 10 anos construindo a marca no País e agora vamos para a fase de crescimento", disse o presidente da empresa para o Brasil e Mercosul, Jean-Michel Jalinier. Segundo ele, o investimento para o período é o mesmo aplicado pela montadora nos três anos anteriores. Ele informou ainda que a montadora pretende lançar no Brasil em 2011 um veículo utilitário esportivo chamado Duster, que marcará a entrada da marca no segmento no País. O executivo não deu detalhes sobre cronograma de lançamentos para 2010. Nos três anos até 2009, a Renault investiu no país R$ 1 bilhão, afirmou ele. A companhia trabalhava com uma visão pessimista sobre o mercado de automóveis em 2010, apostando em vendas menores do que neste ano. Mas depois que o governo federal voltou a prorrogar o desconto de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre o setor, até março para veículos bicombustível e a álcool, a montadora trabalha agora com uma perspectiva de estabilidade nas vendas de carros pela indústria. "No primeiro trimestre deste ano sofremos muito, mas agora voltamos a ter uma situação muito boa", afirmou Jalinier. "Se não considerarmos a crise, nossas metas foram atingidas", disse o executivo sem dar detalhes. De janeiro a novembro, a Renault vendeu 101,3 mil automóveis, queda ligeira de 0,7% sobre o mesmo período de 2008. A associação de montadoras do País, Anfavea, informou no início deste mês que prevê vendas de 3,4 milhões de veículos no País em 2010, incluindo além de automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus. O volume representa o quarto recorde anual consecutivo de vendas e uma alta de 9,3% sobre 2009. O anúncio do investimento acontece depois que a Ford divulgou plano para investir R$ 4 bilhões no País entre 2011 e 2014 e de a Volkswagen anunciar gasto de R$ 6,2 bilhões até 2014.
  • Emprego na indústria sobe pelo 4º mês consecutivo, diz IBGE

    08/12/2009 O nível de emprego na indústria brasileira avançou 0,7% em outubro ante o mês anterior, com ajuste sazonal, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. O avanço é o maior neste tipo de comparação desde julho de 2008 e amplia uma sequência de quatro meses de alta, que apontam crescimento de 1,6% em conjunto. No entanto, em relação a outubro de 2008, o resultado ainda segue negativo, com queda de 5,7%.O acumulado nos últimos doze meses registra recuo de 4,8% no nível de emprego. "Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral, que vinha apresentando menor ritmo de queda desde fevereiro último, apontou a terceira taxa positiva consecutiva: 0,4%", afirmou o IBGE em nota. Na comparação anual por regiões, São Paulo (-4,2%), Minas Gerais (-11,3%), região Norte e Centro-Oeste (-8,8%) e Rio Grande do Sul (-7,2%) tiveram as maiores contribuições negativas. Entre os setores industriais, meios de transporte registraram queda de 13%, máquinas e equipamentos de 10,5%, produtos de metal de 10,2%, madeira de 19,4% e vestuário de 6,7%. De acordo com a pesquisa do IBGE, as horas pagas na indústria evoluíram 0,5% de setembro para outubro, com ajuste sazonal, mas assinalaram recuos na comparação com o mesmo mês do ano passado, com queda de 5,7%. Do mesmo modo, a folha de pagamento mostrou ganho de 0,5% em relação a setembro, mas ficou negativa frente a outubro de 2008, com recuo de 4%. » Confira mais notícias sobre Economia
  • Banco do Brasil espera carteira de crédito 20% maior em 2010

    07/12/2009 O Banco do Brasil (BB) espera registrar em 2010 um aumento da carteira de crédito de 20%, informou nesta segunda-feira o presidente da instituição, Aldemir Bendine. O executivo afirmou que a economia brasileira "está passando por um momento extremamente positivo". O crescimento na carteira de empréstimos do BB vai se dar sem alta nos índices de inadimplência, segundo Bendine. "A tendência é lateral ou mesmo de queda (da inadimplência)", observou. A instituição teve um salto de 41,1% na carteira de crédito no final de setembro contra um ano antes, para R$ 301,4 bilhões. De acordo com Bendine, o crescimento da carteira nos últimos meses manteve o ritmo, sendo puxado pelo consumo. Embora acredite na manutenção de um ritmo elevado das operações de empréstimos, a reboque da expectativa de forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) doméstico em 2010, o aumento da competição deve levar a uma tendência gradual de queda na rentabilidade do sistema financeiro, afirmou o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro. Segundo ele, esse movimento pode ser parcialmente compensado com aumento dos volumes de crédito, com taxas menores. "Estamos preparando o banco para uma tendência clara de taxas de juros menores (no setor)", afirmou Monteiro. O banco, que prepara um plano para aumentar os níveis de capitalização da instituição, tem como objetivo "atingir 25% a 26% de 'free float'", disse Monteiro. Isso adequará o banco ao percentual mínimo de ações em circulação exigido pelo regulamento do Novo Mercado da BM&FBovespa, de 25%. Atualmente, cerca de 21% do capital do BB está em circulação no mercado. "Queremos demonstrar claramente para o mercado que vamos buscar liquidez", disse Monteiro. O presidente do BB também afirmou que o banco, que no final de 2008 anunciou a compra do paulista Nossa Caixa em operação de R$ 5,4 bilhões, espera obter ganhos de sinergias de R$ 360 milhões por ano com a aquisição. Às 12h10, as ações do Banco do Brasil exibiam alta de 0,79%, a R$ 30,55. No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,5%.
  • Mantega: Brasil é "a bola da vez" em investimentos externos

    07/12/2009 O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda-feira, ao comentar o interesse de investidores externos no Brasil, que, além de ter sido hábil o suficiente para neutralizar os efeitos da crise financeira internacional, o País caminha para "um novo ciclo de crescimento". Segundo ele, é natural que o país seja agora a "bola da vez", no sentido de atrair capital estrangeiro depois de ter mostrado ao mundo que tem uma economia sólida. Apesar do sucesso lá fora, o ministro reiterou que o governo está atento para evitar o ingresso de capital especulativo. Mantega lembrou a recente medida de taxação desse tipo de recurso com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). "Os investimentos de longo prazo são bem-vindos e posso garantir ao Paul Krugman que não haverá uma bolha porque estamos nos prevenindo para que ela não aconteça", disse ele, referindo-se ao alerta dado na semana passada pelo economista e professor americano, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2008. Hoje, o País reúne condições para levar adiante grandes empreendimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), afirmou Mantega, ao participar da abertura do seminário "O Brasil nos Trilhos", em Guarulhos, na Grande São Paulo. Segundo ele, naquela época, seria uma irresponsabilidade pensar em uma obra como a que motivou o seminário: a implantação do trem de alta velocidade, o trem-bala, que ligará Campinas, no interior paulista, ao Rio de Janeiro. A situação atual é diferente, porque há mais dinamismo na economia, o que torna imprescindível o trem-bala, disse o ministro, lamentando que a obra ainda esteja na fase de avaliação do edital de concorrência. "Levei uma hora para chegar da Marginal Pinheiros (via da zona oeste da capital paulista) até aqui (Guarulhos). Se já tivéssemos o trem, gastaria cerca de dez minutos", afirmou Mantega. Ele disse que, na última sexta-feira, viajando no trem-bala, percorreu em uma hora e meia os 400 km que separam as cidades de Berlim e Hamburgo, na Alemanha. » Confira mais notícias sobre Economia
  • Produção industrial cresceu em novembro

    04/12/2009 Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a produção industrial cresceu em 10 dos 14 estados avaliados. Liderado pelo Paraná com taxa de crescimento de 8,7%, as localidades que acusaram maiores índices foram Minas Gerais (3,0%), Espírito Santo (2,9%) e Ceará (2,3%), expansão acima da média nacional (2,2%), já divulgada pelo instituto. São Paulo, que abriga o maior parque fabril do país, empatou com Santa Catarina, ambos com 2,1%. Pará (1,2%), Rio de Janeiro (0,9%), Rio Grande do Sul e Bahia (ambos com 0,8%) também registraram aumento na produção.
  • Peugeot confirma negociação com Mitsubishi para aliança

    03/12/2009 A montadora francesa PSA Peugeot-Citroën confirmou nesta quinta-feira conversações com a japonesa Mitsubishi Motor para aprofundar a cooperação, que pode virar uma aliança estratégica. "A PSA confirma ter iniciado conversações com a Mitsubishi Motors Company para examinar juntos os possíveis meios de uma ampliação das relações, que podem seguir para uma aliança estratégica", afirma um comunicado oficial. O jornal econômico japonês Nikkei destaca que a PSA pretende assumir o controle de 30% a 50% do capital da Mitsubishi Motors, que passa por dificuldades. O acordo daria origem ao sexto maior grupo automobilístico do mundo. Uma fonte da Mitsubishi confirmou as conversas entre as duas empresas e que uma aliança de capitais é uma das possibilidades. Mas destacou que nada foi decidido até o momento. PSA e Mitsubishi desenvolvem em conjunto os veículos Peugeot 4007 e Citroen C-Crosser, tecnologias para veículos eléctricos e têm uma fábrica na Rússia. Caso seja confirmada, esta seria a primeira grande aliança entre um grupo automobilístico japonês e um estrangeiro desde a que foi realizada pela Nissan e a Renault em 1999, quando a empresa francesa comprou 36,8% da japonesa.
  • FGV: confiança da indústria sobe ao nível de agosto de 2008

    30/11/2009 O Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 2,4% em novembro, ante o mês imediatamente anterior, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. O indicador passou de 107,0 para 109,6 pontos e atingiu o maior nível desde agosto de 2008 (113,3 pontos), com ajuste sazonal. Sem ajuste sazonal, o apresentou variação de 35,1% na comparação com outubro de 2008, quando a indústria já havia sido afetada pela crise. É a maior variação nesta base de comparação desde julho de 2004 (42,4%), de acordo com a FGV.

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